Significado de celestialidade
Explore os principais sentidos da palavra 'celestialidade', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f.Qualidade ou estado do que é celestial, pertencente ao céu.
- s.f.Caráter sublime, divino ou de perfeição sobre-humana.
- s.f.(Por extensão) Beleza ou serenidade excepcional, que evoca o céu.
Etimologia:
A palavra "celestialidade" deriva do adjetivo "celestial", que tem origem no latim "caelestis", formado a partir de "caelum", que significa "céu". O sufixo "-idade" é utilizado para formar substantivos abstratos que indicam qualidade ou estado, indicando, assim, a qualidade do que é celestial.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Teológico
Refere-se à condição ou natureza própria dos seres e realidades do domínio divino, em contraste com o terrestre. Na teologia cristã, discute-se a celestialidade dos corpos gloriosos após a ressurreição.
Exemplo: Os tratados de São Tomás de Aquino sobre a "celestialidade" dos anjos e das almas beatificadas.
Sentido Estético
Aplicado em crítica de arte e literatura para descrever uma qualidade de luz, cor ou atmosfera que imita ou evoca a aparência do céu, ou uma harmonia que transcende o comum.
Exemplo: A celestialidade dos afrescos do teto da Capela Sistina, de Michelangelo, que representa a abóbada celeste.
Sentido Psicológico-Experiencial
Descreve um estado de consciência ou sentimento de elevação, paz profunda ou conexão transcendente, frequentemente associado a experiências de êxtase, meditação ou contemplação da natureza.
Exemplo: A sensação de celestialidade relatada por alpinistas ao atingir um cume sob um céu estrelado e imenso.
Sentido Sociológico
Refere-se à atribuição de um status excepcional, quase sagrado ou intocável, a uma pessoa, instituição ou conceito dentro de uma cultura, afastando-o da crítica mundana.
Exemplo: A celestialidade atribuída à monarquia no direito divino dos reis, onde a autoridade real era vista como emanada diretamente do céu.
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