Significado de colotipia
Explore os principais sentidos da palavra 'colotipia', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f.Processo de impressão em que a imagem é formada por pontos de cola ou substância adesiva, que recebem pó colorido fixado por calor.
- s.f.Técnica de reprodução gráfica baseada na aderência seletiva de pigmentos em pó a uma superfície tratada.
- s.f.Método de estampagem industrial que utiliza matrizes com relevo adesivo para transferir cor a tecidos ou papéis.
Etimologia:
Colotipia provém do grego antigo "chólē" (bile) e "typos" (impressão), referindo-se originalmente a um processo de impressão que utiliza placas de vidro para reproduzir imagens.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Técnico-Industrial
Refere-se ao uso da colotipia como método de produção em série de estampas têxteis ou impressos decorativos, valorizado por sua durabilidade e precisão de cores.
Exemplo: Fábricas de tecidos no sul da Alemanha empregaram a colotipia para estampar padrões geométricos em algodão durante o século XX.
Sentido Histórico
Designa a inovação tecnológica do final do século XIX que substituiu processos manuais de coloração por um sistema mecânico de adesão a seco, reduzindo custos e tempo de produção.
Exemplo: A colotipia foi patenteada em 1885 pelo inventor francês Louis-Émile Durand, revolucionando a indústria gráfica europeia.
Sentido Econômico
Corresponde ao nicho de mercado de impressão de alta tiragem com baixo custo unitário, especialmente para embalagens e rótulos que exigem resistência à umidade.
Exemplo: Uma gráfica paulista especializou-se em colotipia para produzir 500 mil etiquetas de papel kraft por mês para a indústria alimentícia.
Sentido Artístico
Aplica-se à técnica de monotipia ou gravura experimental que utiliza cola como matriz, permitindo texturas únicas e sobreposições cromáticas controladas.
Exemplo: A artista visual brasileira Mira Schendel criou séries de monotipias com colotipia em papel de arroz, explorando a transparência dos pigmentos.
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