Significado de conservidor
Explore os principais sentidos da palavra 'conservidor', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Que conserva, que tem a função de manter algo em seu estado original ou protegê-lo de alterações.
- adj.Relativo a uma postura política ou social que defende a manutenção de valores, instituições e tradições estabelecidas.
- s.m.Indivíduo que adota ideias conservadoras, especialmente no âmbito político.
- s.m.Aquele que é avesso a mudanças, inovações ou riscos.
- s.m.Recipiente ou aparelho utilizado para manter a temperatura ou as propriedades de algo (ex.: conservador de alimentos).
Etimologia:
de origem desconhecida
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Político-Ideológico
Refere-se a uma corrente de pensamento e ação política que valoriza a continuidade das instituições tradicionais, a ordem social estabelecida e a mudança gradual, opondo-se a rupturas revolucionárias. Um exemplo é o Partido Conservador do Reino Unido, que historicamente defendeu a monarquia, a Igreja Estabelecida e o livre mercado.
Sentido Social-Comportamental
Descreve uma atitude ou personalidade caracterizada pela aversão ao risco, pela preferência pelo conhecido e pela resistência a novas ideias, modas ou comportamentos. Por exemplo, um pai conservador pode resistir a permitir que seu filho adote uma carreira artística pouco convencional, preferindo uma profissão tradicional e estável.
Sentido Técnico-Utilitário
Aplica-se a objetos, substâncias ou procedimentos cuja função é preservar as características físicas, químicas ou biológicas de algo. Um exemplo concreto é o uso de nitritos e nitratos como conservadores na indústia de alimentos para impedir o crescimento de bactérias em produtos como presunto e salame.
Sentido Jurídico-Institucional
Designa a função de um agente legal encarregado de administrar e proteger bens, direitos ou interesses de outrem, especialmente quando este não pode fazê-lo por si mesmo. O conservador de um museu ou o curador (conservador) nomeado por um tribunal para gerir os bens de uma pessoa declarada incapaz são exemplos desta acepção.
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