Significado de convencida
Explore os principais sentidos da palavra 'convencida', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Que tem convicção ou certeza sobre algo.
- adj.Que demonstra excesso de confiança em si mesmo.
- adj.Que está persuadida ou levada a acreditar em algo.
- s.f.Mulher ou menina que age com presunção.
- adj.Que se julga superior aos outros.
Etimologia:
A palavra "convencida" deriva do particípio feminino de "convencer", do latim "convincĕre", que significa "vencer completamente", formado pela junção de "com-" (intensivo) e "vincĕre" (vencer).
Sinônimos (sentido comum):
arrogante, presunçosa, vaidosa, orgulhosa, altiva, soberba, pretensiosa, jactanciosa, petulante, exibida
Antônimos (sentido comum):
humilde, modesta, simples, discreta, despretensiosa, submissa, modesto, recatada, reservada, ponderada
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Psicológico
Refere-se a um estado de certeza interna que pode variar entre autoconfiança saudável e arrogância patológica. Um exemplo é a personagem Emma Bovary, de Flaubert, cuja convicção sobre seu direito a uma vida romântica a leva a uma série de decisões catastróficas.
Sentido Social
Descreve uma postura percebida como presunçosa, que pode gerar atrito em grupos sociais por violar normas tácitas de modéstia. Por exemplo, uma profissional recém-chegada que impõe suas ideias de forma dogmática, sem considerar a hierarquia estabelecida, é frequentemente taxada de convencida.
Sentido Retórico e Persuasivo
Caracteriza o estado de quem foi levado a aceitar uma ideia através de um processo argumentativo bem-sucedido. Na prática forense, um júri convencido pela argumentação do promotor vota pela condenação do réu com base na força das evidências apresentadas.
Sentido Filosófico-Epistemológico
Aborda a natureza da crença justificada e os limites entre convicção e conhecimento. Um exemplo é a convicção de Descartes na proposição "Penso, logo existo", que ele considerava uma verdade indubitável e fundacional para seu sistema filosófico.
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