Significado de cordeiros
Explore os principais sentidos da palavra 'cordeiros', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.m.Plural de cordeiro; mamífero jovem da ovelha (Ovis aries), geralmente com menos de um ano de idade.
- s.m.Carne desse animal, utilizada na alimentação humana.
- s.m.Pele ou couro desse animal, empregado na confecção de vestuário e artefatos.
- s.m.Indivíduo que, por extensão, é tratado com brandura ou submissão, em contextos pastoris ou domésticos.
- s.m.Termo litúrgico para a representação de Cristo como vítima sacrificial, conforme a tradição cristã.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Religioso-Sacrificial
Na teologia cristã, a palavra remete ao Cordeiro de Deus (Agnus Dei), figura central do sacrifício expiatório. O uso plural "cordeiros" designa os fiéis que seguem o pastor, em alusão à parábola do Bom Pastor.
Exemplo: "Ele apascenta os seus cordeiros e os conduz a pastos verdejantes" (adaptação do Salmo 23).
Sentido Econômico-Pecuário
No agronegócio, designa a categoria de animais de corte com valor comercial específico, diferenciada por peso, idade e qualidade da lã. A criação de cordeiros é atividade relevante na ovinocultura, com impacto em cadeias produtivas de carne e couro.
Exemplo: "A exportação de cordeiros congelados cresceu 15% no último trimestre, impulsionada pela demanda do Oriente Médio."
Sentido Psicológico-Social
Em contextos de análise de comportamento, o termo é usado para descrever indivíduos ou grupos que adotam postura passiva, obediente ou dependente, em contraste com liderança ou autonomia. Aplicado em estudos de dinâmica de grupo, sugere conformidade e ausência de resistência.
Exemplo: "Na pesquisa, os participantes classificados como 'cordeiros' tendiam a aceitar normas injustas sem questionamento."
Sentido Literário-Simbólico
Na literatura e na arte, "cordeiros" funciona como símbolo de inocência, pureza e vulnerabilidade, frequentemente oposto a figuras de predação ou violência. Aparece em fábulas, poemas e narrativas pastoris para evocar um estado de paz ou de ameaça iminente.
Exemplo: No poema "O Lobo e o Cordeiro", de La Fontaine, o cordeiro representa a vítima indefesa diante da força arbitrária.
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