Significado de crenas

Explore os principais sentidos da palavra 'crenas', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.

Sentido Normativo

Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.

  • s. f.Cada uma das pequenas cavidades ou reentrâncias, especialmente as naturais do corpo ou de um objeto.
  • s. f.Fenda ou sulco estreito e alongado, como os existentes em rochas ou no solo.
  • s. f.Por extensão, abertura ou vão reduzido entre duas superfícies ou partes de uma estrutura.
  • s. f.No uso coloquial, espaço diminuto ou vão onde algo pode se alojar ou passar.
  • s. f.Termo técnico em anatomia e geologia para designar depressão linear de pequenas proporções.
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Sentidos Expandidos

Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.

Sentido Cotidiano

Refere-se ao uso prático e doméstico da palavra, indicando um vão ou fresta perceptível no ambiente diário, como entre tábuas de assoalho ou em paredes.

Exemplo: “A poeira acumulou-se na crena entre o rodapé e o piso, exigindo limpeza com espátula.”

Sentido Técnico-Científico

Em disciplinas como anatomia comparada e geologia estrutural, “crenas” designa sulcos ou canais de origem orgânica ou erosiva, com função específica de drenagem ou articulação.

Exemplo: “No fóssil, as crenas da mandíbula indicam pontos de inserção muscular, conforme descrito no estudo paleontológico.”

Sentido Simbólico-Ritual

Em certas tradições construtivas e rituais de passagem, a crena é tratada como limite ou passagem entre espaços sagrados e profanos, sendo marcada em pedras de soleira ou altares.

Exemplo: “No rito de fundação da vila, o ancião traçava uma crena na rocha central, simbolizando a separação entre o território habitado e o selvagem.”

Sentido Filosófico-Existencial

Metaforicamente apropriado por pensadores da finitude, a crena representa o intervalo mínimo entre o ser e o não-ser, ou entre o eu e o outro, como espaço de possibilidade e de ruptura.

Exemplo: “Em sua meditação, o filósofo descreveu a consciência como uma crena intransponível entre a memória e o instante presente, onde habita a liberdade.”

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