Significado de crermos
Explore os principais sentidos da palavra 'crermos', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- v.Forma verbal do verbo crer, primeira pessoa do plural do futuro do subjuntivo (ex: "Quando crermos na verdade, agiremos").
- v.Forma verbal do verbo crer, primeira pessoa do plural do infinitivo pessoal (ex: "É importante crermos em nós mesmos").
Etimologia:
Crermos é a forma do verbo crer na primeira pessoa do plural do presente do subjuntivo, derivado do latim credere, que significa "acreditar" ou "confiar".
Sinônimos (sentido comum):
acreditarmos, confiarmos, considerarmos, supormos, pensarmos, entendermos, aceitarmos, julgarmos, pressupormos, estimarmos
Antônimos (sentido comum):
duvidarmos, descrermos, rejeitarmos, desacreditarmos, contestarmos, negarmos, desconfiarmos, recusarmos, repudiarmos
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Gramatical
Refere-se especificamente a uma forma verbal da língua portuguesa, marcando modo, tempo, número e pessoa. Seu estudo é central para a compreensão da conjugação verbal e da sintaxe do período, especialmente em orações subordinadas.
Exemplo: Em "Se um dia crermos nessa possibilidade", a palavra está no futuro do subjuntivo, expressando uma condição hipotética.
Sentido Psicológico
Descreve o ato interno de aceitar algo como verdadeiro ou real, fundamental para a formação de convicções e a tomada de decisões. Envolve processos cognitivos e emocionais que vão da mera suposição à certeza profunda.
Exemplo: A psicologia estuda como crermos em nossa própria eficácia (autoeficácia) impacta nosso comportamento e resiliência.
Sentido Social
Refere-se ao ato coletivo de partilhar uma crença, que serve como base para a coesão de grupos, instituições ou culturas. A ação de crer em conjunto estabelece normas, valores e identidades partilhadas.
Exemplo: Para que uma equipe funcione, é necessário que crermos nos mesmos objetivos e regras de colaboração.
Sentido Filosófico
Aborda o problema epistêmico da crença como um estado mental distinto do conhecimento, levantando questões sobre justificação, verdade e fé. Examina os limites entre a crença racional e a convicção não fundamentada.
Exemplo: O filósofo David Hume investigou os fundamentos de crermos em relações de causa e efeito, argumentando que isso se baseia no hábito e não na razão.
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