Significado de escritor
Explore os principais sentidos da palavra 'escritor', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.Pessoa que escreve livros, artigos ou outros textos, especialmente como profissão.
- s.Autor de obras literárias, como romances, contos ou poesias.
- s.Indivíduo que cria textos escritos, independentemente do gênero ou suporte.
- s.Profissional que domina a arte da escrita e a pratica de forma regular.
- s.Aquele que se dedica à composição de obras publicadas.
Etimologia:
A palavra "escritor" deriva do latim "scriptor, -ōris", que significa aquele que escreve, formado a partir do verbo "scribĕre", que quer dizer escrever.
Sinônimos (sentido comum):
autor, romancista, cronista, poeta, dramaturgo, literato, redator, ficcionista, ensaísta, biógrafo
Antônimos (sentido comum):
leitor, analfabeto, ignorante, ouvinte, espectador, receptor, consumidor, público, amador, não escritor
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Socioprofissional
Refere-se à inserção do escritor no mercado de trabalho e na estrutura social, considerando seu reconhecimento, remuneração e status. Um escritor profissional, neste sentido, é aquele que vive dos rendimentos de sua obra, como Machado de Assis, que construiu uma carreira no serviço público e na literatura.
Sentido Autoral
Enfatiza a relação de propriedade e responsabilidade intelectual entre o criador e sua obra. Este sentido define o escritor como a fonte originária e o responsável pelo texto, detentor de direitos autorais, como J.K. Rowling em relação à série Harry Potter.
Sentido Histórico-Cultural
Posiciona o escritor como um agente que reflete, interpreta e influencia o contexto de sua época, tornando-se um testemunho ou um crítico da sociedade. Um exemplo é George Orwell, cujas obras como "1984" são análises profundas dos regimes totalitários do século XX.
Sentido Identitário
Aborda a escrita como um elemento central na construção da identidade e da subjetividade do indivíduo. Neste sentido, ser escritor não é apenas uma atividade, mas uma forma de estar no mundo e de processar a experiência, como se observa nos diários íntimos de Franz Kafka.
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