Significado de escroque
Explore os principais sentidos da palavra 'escroque', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.Pessoa que vive de expedientes fraudulentos; vigarista.
- s.Indivíduo que obtém vantagens através de mentiras e enganação.
- s.Aquele que pratica estelionato ou outras formas de fraude econômica.
- s.Sujeito sem escrúpulos que explora a confiança alheia para benefício próprio.
Etimologia:
Escroque deriva do francês antigo "escroque", que significa trapaceiro ou impostor, possivelmente relacionado ao verbo "escroquer", que quer dizer enganar ou roubar.
Sinônimos (sentido comum):
golpista, vigarista, trapaceiro, fraudador, embusteiro, patife, sacana, picareta, malandro, estelionatário
Antônimos (sentido comum):
honesto, íntegro, correto, honrado, sincero, verdadeiro, leal, justo, decente, ético
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Econômico
Refere-se a um agente que corrompe sistemas de troca e confiança, causando prejuízos materiais e desestabilizando relações de mercado. Um exemplo concreto é o caso de Bernie Madoff, que orquestrou um esquema de pirâmide financeira que fraudou investidores em bilhões de dólares.
Sentido Social
Designa um tipo social cujo comportamento mina a coesão e a confiança coletiva, operando à margem da ética comunitária. Na obra "Os Maias" de Eça de Queirós, o personagem João da Ega, em certos momentos, encarna a figura do escroque social, envolvendo-se em tramas e embustes que exploram as relações pessoais.
Sentido Jurídico
Caracteriza o autor de um crime contra o patrimônio, tipificado como estelionato, que emprega ardil para induzir alguém ao erro e obter vantagem ilícita. Um exemplo é o indivíduo que falsifica documentos para vender um imóvel que não lhe pertence, configurando a conduta prevista no Código Penal.
Sentido Psicológico
Aborda o perfil de um manipulador que carece de empatia, usando o charme e a persuasão como ferramentas para explorar outras pessoas. Um exemplo literário é Tom Ripley, da série de romances de Patricia Highsmith, que personifica a psicopatia e a capacidade de assumir identidades falsas para lograr seus objetivos.
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