Significado de fragilidades
Explore os principais sentidos da palavra 'fragilidades', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f. 1.Qualidade ou estado do que é frágil, que se quebra ou danifica com facilidade.
- s.f. 2.Característica do que é fisicamente débil, sem robustez ou resistência.
- s.f. 3.Condição de instabilidade, falta de solidez ou de firmeza em algo abstrato.
- s.f. 4.Ponto vulnerável, aspecto suscetível a falhas ou a críticas em um sistema ou estrutura.
- s.f. 5.Suscetibilidade emocional, tendência a ser facilmente afetado por sentimentos ou pressões.
Etimologia:
A palavra "fragilidades" deriva do latim "fragilitas", que significa a qualidade do que é frágil, formada a partir de "fragilis", que quer dizer quebrável ou delicado, com o sufixo "-itas" indicando qualidade ou estado.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Psicológico
Refere-se aos aspectos vulneráveis da constituição emocional e mental de um indivíduo, como traumas, inseguranças ou dependências que o tornam mais suscetível ao sofrimento.
Exemplo: Em terapia, o paciente trabalha para reconhecer e aceitar suas fragilidades, como o medo do abandono.
Sentido Sociológico
Denota as vulnerabilidades estruturais de grupos ou populações, resultantes de desigualdades econômicas, discriminações ou falta de acesso a direitos, que os colocam em situação de risco social.
Exemplo: As fragilidades do sistema de proteção social ficaram evidentes durante a pandemia, deixando desamparados os trabalhadores informais.
Sentido da Engenharia/Sistemas
Indica os pontos críticos ou componentes de um projeto, sistema ou infraestrutura que, por falha de design, material ou manutenção, podem levar a uma quebra ou colapso geral.
Exemplo: O relatório de auditoria apontou a fragilidade dos protocolos de cibersegurança da rede como o maior risco operacional.
Sentido Filosófico-Existencial
Aborda a condição humana fundamental de finitude, imperfeição e dependência, vista não como um defeito, mas como uma característica constitutiva que permite conexão, ética e compaixão.
Exemplo: O pensamento de Emmanuel Levinas explora a ética da responsabilidade que nasce do reconhecimento da fragilidade do Outro.
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