Significado de julgadora
Explore os principais sentidos da palavra 'julgadora', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Que julga, que emite juízos ou sentenças.
- adj.Relativo ao ato de julgar ou à função de um juiz.
- adj.Que avalia, examina ou critica algo ou alguém.
- s.f.Mulher que julga, especialmente em contexto legal ou moral.
- s.f.Aquela que tem autoridade para decidir ou avaliar.
Etimologia:
Julgadora é o substantivo feminino derivado do verbo julgar, que vem do latim iūdicāre, formado por iūdicum (julgamento) e o sufixo -āre, indicando ação. Assim, julgadora designa quem exerce a ação de julgar.
Sinônimos (sentido comum):
árbitra, avaliadora, examinadora, perita, analista, crítica, sentenciadora, decisora, magistrada, interventora
Antônimos (sentido comum):
indiferente, imparcial, tolerante, condescendente, compreensiva, benevolente, permissiva, neutra
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico
Refere-se à função de quem aplica a lei e profere sentenças em tribunais. A figura da julgadora está associada à autoridade judicial e à imparcialidade na resolução de conflitos.
Exemplo: A juíza Sílvia de Almeida atuou como julgadora no caso, assegurando o devido processo legal.
Sentido Social
Descreve a posição de indivíduos ou grupos que emitem avaliações morais sobre a conduta alheia, frequentemente baseadas em normas culturais. Esse papel pode reforçar ou contestar valores coletivos.
Exemplo: A sociedade, no papel de julgadora, frequentemente estigmatiza comportamentos que fogem aos padrões estabelecidos.
Sentido Psicológico
Refere-se à instância crítica interna, como o superego na psicanálise, que avalia pensamentos, sentimentos e ações de acordo com um código moral internalizado.
Exemplo: Sua consciência atuava como uma julgadora severa, gerando culpa por escolhas passadas.
Sentido Filosófico
Aborda a capacidade da razão humana de formar juízos sobre a verdade, a moralidade ou a estética, constituindo-se como fundamento do pensamento crítico.
Exemplo: Para Kant, a razão pura é a faculdade julgadora suprema, determinando os limites do conhecimento válido.
Explorar também:
Compartilhar: