Significado de luminista

Explore os principais sentidos da palavra 'luminista', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.

Sentido Normativo

Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.

  • s.f.Pessoa que professa o luminismo, movimento filosófico e literário do século XVIII que defendia a razão, a ciência e a crítica às tradições.
  • s.f.Indivíduo que adere ao iluminismo, sinônimo de iluminista.
  • s.f.Artista ou escritor que segue os princípios estéticos do luminismo, caracterizado pela clareza formal e racionalidade.

Etimologia:

Luminista deriva do latim "lumen, luminis", que significa "luz", acrescido do sufixo "-ista", usado para indicar pertencimento ou adesão a uma doutrina ou estilo, referindo-se assim a alguém que enfatiza o uso da luz, especialmente em contextos artísticos.

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Sentidos Expandidos

Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.

Sentido Histórico

Figura intelectual do século XVIII que participou ativamente da difusão das ideias de liberdade, igualdade e progresso, frequentemente em oposição ao absolutismo e à Igreja.

Exemplo: Voltaire, como luminista, escreveu cartas e panfletos que criticavam a intolerância religiosa e o poder monárquico.

Sentido Artístico

Pintor ou escultor que adota uma técnica de representação baseada na luz natural e na nitidez dos contornos, rejeitando o claro-escuro dramático do barroco.

Exemplo: O luminista francês Jacques-Louis David retratou cenas históricas com iluminação uniforme e figuras de pose clássica.

Sentido Político

Defensor de reformas sociais e políticas fundamentadas na razão e no direito natural, como a separação dos poderes e a abolição de privilégios hereditários.

Exemplo: O luminista John Locke influenciou a redação de constituições que limitavam o poder do soberano.

Sentido Epistemológico

Pensador que sustenta que todo conhecimento válido deriva da experiência sensorial e da razão crítica, rejeitando revelações divinas ou dogmas.

Exemplo: O luminista David Hume argumentou, em seu Tratado da Natureza Humana, que as crenças religiosas não têm fundamento empírico.

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