Significado de odiada
Explore os principais sentidos da palavra 'odiada', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Que é alvo de aversão intensa, repulsa ou desprezo.
- adj.Que desperta sentimentos de hostilidade ou rancor.
- adj.Que é rejeitado ou execrado por um grupo ou sociedade.
- adj.Que causa forte antipatia ou desgosto.
- s.f.Pessoa que é objeto de ódio.
Etimologia:
O termo "odiada" deriva do verbo "odiar", que por sua vez origina-se do latim "odium", significando "ódio" ou "antipatia". A forma "odiada" é o particípio passado feminino do verbo, indicando algo ou alguém que é objeto de ódio ou aversão.
Sinônimos (sentido comum):
detestada, desprezada, abominada, repudiada, rejeitada, aviltada, execrada, insuportada, desgostada, malvista
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Psicológico
Refere-se ao objeto de uma emoção intensa e negativa, o alvo projetado de hostilidade, rancor ou repulsa profunda. Envolve uma dinâmica emocional onde o "odiado" serve como foco para a descarga de afetos negativos.
Exemplo: Na psicanálise, o conceito de "objeto odiado" pode estar ligado a projeções de aspectos indesejados do próprio self.
Sentido Social
Designa um indivíduo ou grupo que se torna bode expiatório, alvo de desprezo coletivo e exclusão por parte de uma comunidade, frequentemente para consolidar a coesão do grupo ou desviar tensões.
Exemplo: Figuras públicas que caem em desgraça e se tornam amplamente "odiadas" pela opinião pública após um escândalo, sofrendo cancelamento.
Sentido Político
Caracteriza um adversário, ideologia ou nação construído discursivamente como inimigo absoluto, cuja imagem é mobilizada para unificar seguidores e justificar ações de confronto.
Exemplo: A propaganda de guerra frequentemente retrata o inimigo como uma entidade universalmente odiada, desumanizando-o para legitimar o conflito.
Sentido Literário
Refere-se a um arquétipo ou personagem cuja função narrativa é encarnar a maldade ou antagonismo, servindo como catalisador do conflito e da empatia pelo protagonista.
Exemplo: Iago, de "Otelo", de Shakespeare, é um vilão odiado pelo público devido à sua manipulação maquiavélica e motivação maliciosa.
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