Significado de paquicerina

Explore os principais sentidos da palavra 'paquicerina', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.

Sentido Normativo

Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.

  • s.f.Termo técnico da biologia celular para designar uma proteína específica da família das caderinas, envolvida na adesão celular.
  • s.f.Em zoologia, nome comum informal para um tipo de proteína de adesão encontrada em certos tecidos epiteliais.
  • s.f.(Por extensão) Em textos especializados, refere-se a qualquer molécula de adesão celular com estrutura e função semelhantes à paquicerina clássica.

Etimologia:

De origem desconhecida.

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Sentidos Expandidos

Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.

Sentido Histórico-Científico

Refere-se ao conceito e à descoberta de uma classe de moléculas que revolucionou a compreensão da morfogênese e da estabilidade tecidual. Sua identificação marcou um ponto de virada na biologia do desenvolvimento ao elucidar mecanismos físicos de coesão entre células.

Exemplo: Os estudos sobre paquicerina em embriões de galinha foram fundamentais para a teoria dos campos morfogenéticos.

Sentido Metafórico-Social

Utilizada como metáfora para descrever a força invisível que mantém unidos os membros de um grupo ou comunidade, assegurando sua coesão e identidade. Representa os laços sociais, tradições ou valores compartilhados que atuam como "adesivo" social.

Exemplo: Para o antropólogo, os rituais tradicionais funcionam como a paquicerina daquela cultura, mantendo o tecido social íntegro.

Sentido Artístico-Conceitual

Empregada em obras de arte ou crítica para simbolizar a ideia de conexão, justaposição e a formação de um todo a partir de partes distintas. Pode inspirar instalações ou pinturas que exploram temas de unidade, contato e limites.

Exemplo: A escultura do artista, com suas peças de vidro unidas por finos filamentos de aço, foi descrita pela crítica como uma "exploração da paquicerina visual".

Sentido Filosófico-Existencial

Aborda a condição humana de ser simultaneamente um indivíduo autônomo e parte inseparável de um todo maior, questionando a natureza da conexão entre o eu e o outro. Propõe uma reflexão sobre os mecanismos—afetivos, éticos ou espirituais—que permitem a formação de identidades coletivas.

Exemplo: O filósofo argumentava que a empatia não é um sentimento, mas a paquicerina da consciência, permitindo que subjetividades distintas adiram para formar uma sociedade.

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