Significado de pire
Explore os principais sentidos da palavra 'pire', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Comparativo de superioridade de 'mau' ou 'ruim', indicando qualidade inferior.
- adj.Comparativo de superioridade de 'mal', indicando estado mais desfavorável.
- s.m.Aquilo que é pior, de menor qualidade ou mais desfavorável.
- s.m.O momento ou aspecto mais negativo de uma situação.
- adv.De modo mais desfavorável ou com menor qualidade.
Etimologia:
De origem desconhecida.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico
Refere-se ao agravamento de uma situação processual ou penal. É utilizado para descrever a piora nas condições de um réu ou no andamento de um caso, como a decretação de uma prisão mais severa.
Exemplo: A mudança da prisão preventiva para a prisão cautelar foi considerada uma situação 'a pior' para a defesa.
Sentido Médico-Clínico
Descreve a deterioração do estado de saúde de um paciente, marcando uma evolução negativa no prognóstico. É um termo técnico crucial para a comunicação entre profissionais e para a tomada de decisões terapêuticas.
Exemplo: O boletim médico informou que o paciente evoluiu 'a pior' durante a noite, com aumento da febre e da dispneia.
Sentido Econômico
Aplica-se à piora de indicadores ou expectativas de mercado. Denota um declínio no desempenho de variáveis como inflação, emprego ou crescimento, influenciando decisões de investidores e políticas públicas.
Exemplo: O relatório trimestral mostrou que os resultados da empresa foram 'piores' do que as projeções do mercado, causando queda nas ações.
Sentido Filosófico-Moral
No contexto de dilemas éticos, refere-se à escolha ou ao resultado que representa o maior mal ou o menor bem dentro de um espectro de opções disponíveis. Envolve uma avaliação comparativa de consequências.
Exemplo: No dilema do bonde, desviar o veículo para atingir uma pessoa é considerado por algumas correntes éticas como o 'mal menor', enquanto não intervir seria 'o pior'.
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