Significado de sequestradora
Explore os principais sentidos da palavra 'sequestradora', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f.Pessoa que priva alguém de sua liberdade, mantendo-o em cativeiro, geralmente para exigir resgate.
- s.f.Indivíduo que se apropria de algo ou alguém de forma ilegal e coercitiva.
- s.f.Aquela que comete o crime de sequestro.
- s.f.Mulher que retém uma pessoa contra a sua vontade.
- s.f.Criminosa que, por meio de rapto, exige vantagem financeira ou outra contrapartida.
Etimologia:
Sequestradora deriva do verbo "sequestrar", que vem do latim tardio "sequestrare", que significa entregar algo a um depositário ou árbitro, originado de "sequester", que significa árbitro ou mediador, e este, por sua vez, do grego "sekêstês", que significa separado ou mediador.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico-Penal
Refere-se à autora de um crime contra a liberdade individual, tipificado no código penal, que envolve a privação da liberdade de locomoção com objetivos específicos, como extorsão. O exemplo concreto é a condenação de sequestradoras em processos criminais, como no caso de Marisa da Silva, condenada por participar de um cárcere privado para resgate em São Paulo.
Sentido Midiático-Sensacionalista
Designação utilizada pela imprensa e narrativas populares para caracterizar a mulher que comete sequestro, frequentemente com carga dramática que enfatiza a quebra de expectativas de gênero. Um exemplo é a cobertura jornalística sobre mulheres em organizações criminosas, como a personagem Fernanda, da série "O Sequestro", retratada como cérebro de um golpe.
Sentido Psicológico-Social
Aborda o perfil comportamental e as motivações de mulheres que recorrem ao sequestro, analisando fatores como contexto socioeconômico, transtornos de personalidade ou coerção em redes criminosas. Um exemplo é o estudo de casos em que mães, em disputa de guarda, tornam-se sequestradoras dos próprios filhos, como no caso real de Lídia no Rio de Janeiro.
Sentido Literário-Alegórico
Figura simbólica que representa a ideia de aprisionamento não físico, mas emocional ou existencial, em obras de ficção. Um exemplo é a personagem Dona Milica, do romance "A Obscena Senhora D", que sequestra a vontade alheia através de manipulação afetiva, atuando como uma sequestradora da autonomia.
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