Significado de singelez
Explore os principais sentidos da palavra 'singelez', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f.Qualidade de quem é singelo; simplicidade, candura.
- s.f.Falta de sofisticação; naturalidade, despretensão.
- s.f.(Arcaico) Maneira simples e inocente de ser; ingenuidade.
Etimologia:
Singelez provém do latim singularitas, que significa singularidade, indicando algo simples, puro e despretensioso.
Sinônimos (sentido comum):
simplicidade, ingenuidade, pureza, naturalidade, candura, inocência, modéstia, humildade, delicadeza, despretensão
Antônimos (sentido comum):
complexidade, sofisticação, elaboracão, pomposidade, ostentação, requinte, luxo, extravagância, exuberância, ornamentação
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Psicológico
Refere-se a um traço de personalidade caracterizado pela ausência de artifício, malícia ou duplicidade, muitas vezes associado à sinceridade e à transparência emocional.
Exemplo: Na obra "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry, a personagem título é um arquétipo da singeleza em sua forma de questionar o mundo.
Sentido Estético
Designa um princípio artístico ou de estilo que valoriza a economia de elementos, a clareza formal e a rejeição do ornamental excessivo, buscando uma beleza na essência e na funcionalidade.
Exemplo: A arquitetura modernista de Lina Bo Bardi, como no MASP, exemplifica uma singeleza que não é pobreza, mas precisão.
Sentido Social
Descreve um modo de comportamento ou interação que privilegia a modéstia, a discrição e a contenção, contrastando com atitudes ostentatórias ou presunçosas, sendo frequentemente valorizado em contextos comunitários tradicionais.
Exemplo: A singeleza no trato é uma qualidade frequentemente elogiada em líderes comunitários em zonas rurais.
Sentido Filosófico-Moral
Aponta para uma virtude ou ideal de vida que busca a autenticidade e a suficiência no essencial, rejeitando a complexidade supérflua criada pelos desejos e convenções sociais.
Exemplo: A filosofia estoica, ao pregar o desapego em relação aos bens externos, cultiva uma forma de singeleza existencial.
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