Significado de duplicado
Explore os principais sentidos da palavra 'duplicado', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Que foi feito ou produzido em duas cópias idênticas.
- adj.Que é falso ou falsificado, imitando um original.
- s.m.Cópia ou reprodução exata de um documento ou objeto.
- s.m.Segundo exemplar de um mesmo documento ou obra.
- adj.Que se repete ou é igual a outro.
Etimologia:
A palavra "duplicado" deriva do latim "duplicatus", particípio passado de "duplicare", que significa "dobrar", formado por "duplex", que quer dizer "duplo", e o sufixo "-atus", indicando ação ou resultado.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico-Administrativo
Refere-se à cópia autenticada de um documento com o mesmo valor legal do original. É fundamental para comprovar direitos e obrigações em processos administrativos e judiciais.
Exemplo: A apresentação de uma certidão de nascimento em duplicado é frequentemente exigida para matrícula em instituições de ensino.
Sentido Econômico-Comercial
Descreve a prática de cobrança indevida pelo mesmo produto ou serviço, resultando em um prejuízo para o consumidor. Este sentido é central em disputas de relações de consumo.
Exemplo: Um cliente que identifica uma cobrança duplicada em sua fatura de cartão de crédito deve solicitar imediatamente o estorno ao banco.
Sentido Tecnológico
Na ciência da computação, denota um registro de dados idêntico a outro, muitas vezes considerado redundante e indesejado, que consome recursos de armazenamento.
Exemplo: Um software de gerenciamento de fotos pode usar um algoritmo para identificar e remover imagens duplicadas de um banco de dados.
Sentido Filosófico-Existencial
Aborda a condição de um indivíduo ou entidade que carece de originalidade, agindo como mera imitação de um modelo preexistente, o que levanta questões sobre autenticidade e identidade.
Exemplo: Na peça "Em Espera", de Samuel Beckett, a repetição de ações e diálogos entre os personagens Vladimir e Estragon sugere vidas duplicadas em um ciclo sem sentido.
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