Significado de fulgor
Explore os principais sentidos da palavra 'fulgor', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.m.Brilho intenso e ofuscante; clarão.
- s.m.Esplendor; qualidade do que é magnífico e grandioso.
- s.m. Fig.Manifestação súbita e passageira de algo notável (ex.: fulgor de glória).
Etimologia:
A palavra "fulgor" tem origem no latim "fulgor", que significa brilho intenso ou resplendor, derivado do verbo "fulgere", que quer dizer brilhar ou reluzir.
Sinônimos (sentido comum):
brilho, esplendor, luminosidade, resplendor, cintilação, fulgência, claridade, éclat, radiância, lampejo
Antônimos (sentido comum):
escuridão, opacidade, obscuridade, sombra, penumbra, turvação, baixeza, apagamento, fosco, opaco
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Literário e Estético
Na literatura e nas artes, 'fulgor' é empregado para descrever uma beleza intensa, sublime e frequentemente efêmera, que causa forte impressão no observador.
Exemplo: no poema "Iluminuras", de Cecília Meireles, o termo evoca a luz irreal e pura de um momento de êxtase poético.
Sentido Histórico e Cultural
Refere-se ao apogeu ou período de máximo esplendor de uma civilização, império ou movimento cultural, marcado por conquistas e produções notáveis.
Exemplo: o fulgor do Império Romano durante o reinado de Augusto, com suas grandes construções e efervescência artística.
Sentido Psicológico e Experiencial
Descreve um estado mental de clareza, insight ou intensidade emocional súbita e avassaladora, que se destaca na experiência comum.
Exemplo: o fulgor de uma lembrança vívida que irrompe inesperadamente, iluminando com detalhes precisos um evento passado.
Sentido Filosófico e Existencial
Alude à busca ou à experiência fugaz de uma verdade profunda, de um sentido ou de uma iluminação que transcende a condição humana ordinária.
Exemplo: na filosofia platônica, pode-se associar ao momento em que a alma, saindo da caverna, contempla o fulgor do Sol, símbolo da Forma do Bem.
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