Significado de pulmão
Explore os principais sentidos da palavra 'pulmão', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.m.Órgão do sistema respiratório dos vertebrados, responsável pelas trocas gasosas com o sangue.
- s.m.Cada uma das duas estruturas esponjosas (pulmão direito e esquerdo) localizadas na cavidade torácica.
- s.m.Por analogia, qualquer estrutura ou dispositivo que realiza a função de oxigenação ou ventilação.
- s.m.Na linguagem popular, o interior de um espaço ou compartimento (ex.: o pulmão do prédio).
- s.m.Em zoologia, órgão respiratório de alguns moluscos e aracnídeos.
Etimologia:
Pulmão vem do latim "pulmo, -onis", que designava o órgão respiratório dos vertebrados, derivado da raiz indoeuropeia *pleu- que significa "fluir", relacionada à função do órgão na circulação do ar e do sangue.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Médico-Clínico
Refere-se ao órgão como foco de estudo, diagnóstico e intervenção na prática clínica. É central para especialidades como pneumologia e para a compreensão de patologias como pneumonia, câncer e fibrose cística.
Exemplo: O exame de raio-X revelou uma mancha no pulmão esquerdo do paciente.
Sentido Metafórico-Ambiental
Utilizado para designar uma área verde extensa dentro de um espaço urbano, considerada vital para a renovação do ar e a qualidade de vida da cidade. Enfatiza a função ecológica análoga à respiração.
Exemplo: O Parque Ibirapuera é frequentemente chamado de "pulmão" da cidade de São Paulo.
Sentido Tecnológico-Industrial
Aplica-se a sistemas ou equipamentos que realizam a função de ventilação, filtragem ou oxigenação em contextos artificiais. Descreve a funcionalidade essencial de um componente dentro de um mecanismo maior.
Exemplo: Os grandes ventiladores atuam como o pulmão da mina subterrânea, renovando o ar nos túneis.
Sentido Literário-Simbólico
Empregado como símbolo da vida, do sopro vital ou da interioridade emocional. Representa a sede do suspiro, do grito ou do fôlego necessário para a existência e a expressão.
Exemplo: No poema, o autor descreve uma angústia que "apertava seus pulmões", impedindo-o de respirar.
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