Significado de seco
Explore os principais sentidos da palavra 'seco', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- adj.Que não contém umidade; árido.
- adj.Magro, sem gordura aparente.
- adj.Diz-se de tosse sem produção de catarro.
- adj.Rude, grosseiro no trato.
- s.m.Período de estiagem, sem chuva.
Etimologia:
Seco provém do latim siccus, que significa 'seco, desprovido de umidade'.
Sinônimos (sentido comum):
árido, desidratado, ressequido, enxuto, estéril, escasso, desprovido de umidade
Antônimos (sentido comum):
úmido, molhado, encharcado, alagado, irrigado, embebido, saturado, húmido, molhento
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Meteorológico
Refere-se a um estado climático caracterizado pela ausência ou escassez significativa de precipitação. Este conceito é central para a definição de biomas como desertos e para o monitoramento de secas, que impactam a agricultura e os recursos hídricos.
Exemplo: A seca histórica no Semiárido brasileiro, um fenômeno recorrente que molda a vida e a economia da região.
Sentido Estético-Artístico
Descreve um estilo ou técnica que é direto, despojado e desprovido de elementos ornamentais ou emocionais excessivos. Na arte e na literatura, valoriza a economia de meios e a precisão formal.
Exemplo: A arquitetura brutalista, com suas superfícies de concreto aparente e formas geométricas maciças, é frequentemente descrita como possuindo uma beleza seca.
Sentido Comportamental
Caracteriza uma forma de comunicação ou um modo de ser que é abrupto, lacônico e sem calor humano ou cortesia social. Indica uma interação que vai direto ao assunto, podendo ser percebida como rude ou eficiente, dependendo do contexto.
Exemplo: A resposta seca do oficial à pergunta do jornalista, limitando-se a um "não" categórico sem qualquer elaboração.
Sentido Econômico
Designa um período ou política de extrema restrição financeira, onde não há disponibilidade de crédito ou capital para investimento e circulação. É um termo coloquial para descrever a falta de liquidez no mercado.
Exemplo: Durante a crise, o mercado de capitais ficou completamente seco, com os bancos não concedendo empréstimos mesmo para empresas sólidas.
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