Significado de adjudicador
Explore os principais sentidos da palavra 'adjudicador', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.m.Pessoa ou entidade que adjudica, ou seja, que atribui ou concede algo por decisão oficial, especialmente um contrato ou uma licitação.
- s.m.Árbitro ou juiz que resolve uma disputa ou controvérsia, decidindo a quem cabe um direito ou bem.
- s.m.(Direito) Magistrado ou autoridade que profere uma sentença ou decisão judicial em um litígio.
Etimologia:
Adjudicador deriva do verbo latino "adjudicare", composto por "ad-" (a, para) e "judicare" (julgar), significando aquele que decide ou concede algo por meio de julgamento ou decisão oficial.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico-Administrativo
Refere-se especificamente à figura que, em processos licitatórios ou concursos públicos, oficialmente atribui o objeto (contrato, obra, serviço) ao vencedor. É um ato formal que consolida a decisão.
Exemplo: No âmbito da administração pública brasileira, a Comissão de Licitação atua como adjudicadora, homologando o resultado e declarando a empresa vencedora.
Sentido Arbitral
Designa a pessoa (árbitro) ou tribunal escolhido pelas partes para solucionar um conflito extrajudicialmente, cuja decisão (laudo arbitral) tem força de sentença judicial.
Exemplo: Em disputas comerciais internacionais, as partes frequentemente recorrem a uma câmara de arbitragem para atuar como adjudicadora imparcial.
Sentido Social
Aplica-se metaforicamente a qualquer indivíduo ou grupo que assume o papel de decidir, de forma autoritária ou reconhecida, sobre disputas ou méritos em um contexto comunitário ou profissional.
Exemplo: Em um conselho de ética profissional, os membros mais experientes atuam como adjudicadores informais das condutas aceitáveis.
Sentido Filosófico-Moral
Refere-se à instância interna ou princípio abstrato que determina a atribuição de valor, culpa, responsabilidade ou merecimento em questões éticas.
Exemplo: Para alguns filósofos, a consciência individual funciona como o último adjudicador moral, atribuindo o peso e a consequência aos próprios atos.
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