Significado de cochilava
Explore os principais sentidos da palavra 'cochilava', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- v.Dormir levemente ou por pouco tempo; tirar uma soneca.
- v.Adormecer de forma intermitente e superficial.
- v.Cair em um estado de sonolência, sem um sono profundo.
- v.(Figurado) Negligenciar ou deixar de prestar atenção a algo.
Etimologia:
Cochilava é o pretérito imperfeito do verbo "cochilar", que deriva do termo popular "cochilho", relacionado a "cocho", utilizado originalmente para designar um sono leve ou breve descanso. A palavra tem origem no português popular, com influência possivelmente de onomatopeias que remetem ao ato de fechar os olhos de forma rápida e temporária.
Sinônimos (sentido comum):
dormia, sonolentava, descansava, repousava, adormecia, tirava um sono, pegava no sono, estava sonolento, relaxava, entorpecia
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Fisiológico
Refere-se ao estado de sono leve e fragmentado, comum em repousos diurnos, caracterizado por baixa profundidade e alta suscetibilidade a despertar.
Exemplo: O cochilo após o almoço, uma prática comum em várias culturas, é um período em que se cochila.
Sentido Psicológico
Pode simbolizar um estado de fuga momentânea da consciência ou das pressões da vigília, uma pausa mental involuntária.
Exemplo: Na narrativa, o personagem cochilava no trem não por cansaço, mas para evitar pensar nos problemas que o aguardavam.
Sentido Social e Laboral
Indica uma transgressão leve às normas de atenção ou produtividade esperadas em um contexto, como em reuniões ou aulas.
Exemplo: O funcionário que cochilava durante a longa apresentação de resultados trimestrais.
Sentido Literário e Simbólico
É frequentemente utilizado como recurso narrativo para marcar a passagem do tempo, o tédio ou um estado de transição entre a vigília e o sonho.
Exemplo: Em Dom Casmurro, de Machado de Assis, o ato de cochilar na cadeira de balanço acompanha a reflexão e o devaneio do narrador.
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