Significado de pleonasmo vicioso
Explore os principais sentidos da palavra 'pleonasmo vicioso', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.m.Figura de linguagem que consiste na repetição desnecessária de uma ideia, usando termos sinônimos ou redundantes.
- s.m.Vício de linguagem caracterizado pela redundância supérflua e tautológica.
- s.m.Erro estilístico que ocorre quando se emprega mais palavras do que o necessário para expressar um conceito.
Etimologia:
Pleonasmo deriva do grego "pleonasmos", que significa "excesso" ou "abundância", enquanto "vicioso" vem do latim "vitiosus", que significa "corrompido" ou "defeituoso". Assim, "pleonasmo vicioso" designa um excesso de palavras que resulta em redundância incorreta ou desnecessária na expressão.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Crítico-Literário
Refere-se a um defeito de estilo perscrutado na análise textual, onde a redundância compromete a concisão e a força expressiva. É avaliado como um sinal de descuido ou pobreza vocabular pelo crítico.
Exemplo: Na frase "Subir para cima é um pleonasmo vicioso", a análise aponta a redundância entre "subir" e "para cima" como um erro.
Sentido Didático-Pedagógico
Na esfera do ensino da língua, é um conceito usado para ilustrar e corrigir um erro comum de construção frasal, servindo como exemplo negativo para incentivar a economia e a clareza na escrita dos alunos. É um ponto frequente em manuais de redação e correções de provas.
Sentido Social
Pode descrever, metaforicamente, comportamentos ou discursos sociais que repetem ações ou informações de forma inútil e óbvia, gerando cansaço ou ineficiência no grupo.
Exemplo: Em uma reunião, a reiteração de um ponto já amplamente compreendido por todos pode ser considerada um "pleonasmo vicioso" na dinâmica da conversa.
Sentido Filosófico-Linguístico
Aborda a redundância como um problema inerente à tentativa de superdefinição ou de total explicitação na linguagem, questionando os limites entre a ênfase legítima e a tautologia vazia. Reflete sobre se toda repetição é viciosa ou se, em alguns contextos, pode ter uma função pragmática ou poética.
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