Significado de inexistência
Explore os principais sentidos da palavra 'inexistência', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f.Estado ou condição daquilo que não existe.
- s.f.Falta de realidade ou de ocorrência concreta.
- s.f.Ausência de comprovação ou de evidência material.
- s.f.Característica do que não foi criado ou não se manifestou.
- s.f.Negação da existência de algo em determinado contexto.
Etimologia:
A palavra "inexistência" deriva do latim medieval "inexistentia", formada pelo prefixo privativo "in-" e "existentia", que significa "existência", do verbo "existere", que quer dizer "sair, surgir, existir".
Sinônimos (sentido comum):
ausência, falta, carência, escassez, inexistência, privação, nulidade, vácuo, omissão, lacuna
Antônimos (sentido comum):
existência, presença, realidade, ser, manifestação, ocorrência, concretização, efetivação, materialização, vigência
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico
Refere-se à ausência de um fato, direito ou relação com validade legal. É frequentemente invocada para negar a ocorrência de um evento ou a validade de um contrato.
Exemplo: A defesa alegou a inexistência do contrato por falta de assinatura válida das partes.
Sentido Filosófico
Aborda a condição do não-ser ou a ausência de essência, discutindo se algo pode ser definido pela sua falta de existência.
Exemplo: No pensamento de Parmênides, o não-ser é uma impossibilidade lógica, tornando a inexistência um conceito ininteligível.
Sentido Psicológico
Descreve a sensação subjetiva de não-pertencimento ou de anulação da própria identidade perante o mundo.
Exemplo: Pacientes com depressão grave podem relatar uma sensação de inexistência, como se fossem um "fantasma" observando a vida.
Sentido Científico
Caracteriza a falta de evidência empírica para um fenômeno, partícula ou entidade prevista teoricamente.
Exemplo: A inexistência do éter luminífero foi comprovada pelo experimento de Michelson-Morley, refutando um modelo científico vigente.
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