Significado de dano
Explore os principais sentidos da palavra 'dano', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.m.Prejuízo ou lesão causada a alguém, em seu corpo, bens ou direitos.
- s.m.Diminuição do valor ou da integridade de algo.
- s.m.No Direito Civil, ofensa a um bem jurídico que gera direito à reparação.
- s.m.Estrago ou avaria em objeto físico.
- s.m.Perda ou detrimento de ordem moral ou psicológica.
Etimologia:
A palavra "dano" vem do latim "damnum", que significa prejuízo, perda ou ofensa, mantendo em português o sentido de prejuízo material ou moral.
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Jurídico
Refere-se à lesão de um direito ou bem juridicamente protegido, que gera a obrigação de indenizar. O dano pode ser material (perda econômica) ou moral (sofrimento, vexame).
Exemplo: No caso de um acidente de trânsito, o condutor culpado deve reparar o dano material (conserto do veículo) e o dano moral pelo trauma causado à vítima.
Sentido Psicológico
Designa um prejuízo ou trauma emocional profundo e duradouro, frequentemente resultante de experiências adversas como abuso, negligência ou perda significativa.
Exemplo: O abandono parental na infância pode causar um dano psicológico que se manifesta na vida adulta como dificuldade de estabelecer vínculos afetivos seguros.
Sentido Ecológico
Corresponde à degradação ambiental, representando um impacto negativo mensurável na estrutura ou no funcionamento de um ecossistema, causado por ação humana ou por desastres naturais.
Exemplo: O derramamento de óleo no litoral causa um dano ecológico de longo prazo, afetando a fauna marinha e os manguezais.
Sentido Filosófico
Na ética e na filosofia moral, o dano (harm) é um conceito central para definir os limites da liberdade individual e a justificação de intervenções, como o princípio de não causar dano a outrem.
Exemplo: O princípio do dano, formulado por John Stuart Mill, defende que a única razão para interferir na liberdade de um indivíduo é para evitar dano a outras pessoas.
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