Significado de espiã
Explore os principais sentidos da palavra 'espiã', do uso cotidiano ao contexto técnico, com exemplos e explicações claras.
Sentido Normativo
Definição no sentido mais comum e amplamente aceito da palavra.
- s.f.Mulher que pratica espionagem, coletando informações secretas de forma clandestina.
- s.f.Agente secreta, geralmente a serviço de um governo ou organização, que obtém informações sigilosas.
- s.f.Indivíduo do sexo feminino que observa ou vigia secretamente, com intenção de obter dados.
- s.f.Em contextos informais, mulher que observa de forma discreta e curiosa a vida alheia.
Etimologia:
Espiã é o feminino de espião, que deriva do latim vulgar speciōnāre, relacionado a specĭō, que significa "observar" ou "espiar".
Sinônimos (sentido comum):
informante, agente secreta, espiã, infiltra, delatora, detetive, observadora, secretária, agente, vigia
Antônimos (sentido comum):
cidadã, inocente, aberta, franca, honesta, leal, transparente, sincera, direta, confiável
Sentidos Expandidos
Definições organizadas por camada de contexto e outras perspectivas.
Sentido Histórico
Refere-se à figura da mulher agente secreta em conflitos bélicos e na Guerra Fria, onde muitas vezes usavam sua posição social ou identidade civil como disfarce.
Exemplo: Mata Hari, dançarina holandesa executada por espionagem durante a Primeira Guerra Mundial.
Sentido Literário e Cinematográfico
Personagem arquetípica em narrativas de suspense e espionagem, frequentemente retratada como sedutora, astuta e operando em um mundo duplo de lealdades.
Exemplo: a personagem Natasha Romanova (Viúva Negra) nos quadrinhos e filmes da Marvel, ou Modesty Blaise das tiras de jornal.
Sentido Político-Social
Figura que opera na intersecção entre inteligência de Estado, diplomacia clandestina e subversão, atuando como instrumento de poder e influência geopolítica.
Exemplo: as agentes da KGB ou da CIA durante a Guerra Fria, recrutadas para infiltrar-se em governos ou movimentos opositores.
Sentido Psicológico e Comportamental
Metáfora para uma postura de observação intensa e dissimulação no cotidiano, onde alguém adota um papel de vigilância e recolhimento de informações em ambientes sociais ou profissionais, sem necessariamente ser uma agente profissional.
Exemplo: uma funcionária que observa discretamente as dinâmicas de poder no escritório para navegar em sua carreira.
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